Performance digital além das siglas: o que ninguém diz sobre mídia digital

Mídia e performance

Se aprofundar em Marketing Digital é ter que fazer um overview por uma série de áreas interconectadas, que possuem inúmeras especificações próprias:

  • Desenvolvimento de Sites
  • User Experience
  • SEO
  • Analítica
  • Inbound Marketing
  • B.I.

e tantas outras.

Chega um momento que você acaba esbarrando em uma situação bem comum: investi uma grande quantidade de dinheiro em um site, mas não tenho visitação e, por conseguinte, não consegui gerar negócios.

 

Existem inúmeras práticas fantásticas de SEO, que otimizam seu site e seu conteúdo autoral de maneira ao seu site se tornar mais relevante na web, sendo mais facilmente encontrável em buscas do Google e aumentando sua visitação.

 

Hoje nós não vamos falar sobre isso.

Por que como disse um sábio na internet, quem vive de orgânico é a Bela Gil, você vai precisar de mídia paga sim!

 

E quando precisar se aprofundar nisso prepare-se incauto amigo: você será bombardeado por inúmeras siglas e parâmetros de performance (KPI’s) para analisar seus dados e fazer suas otimizações.

 

 

Vamos começar com as mais simples, para construirmos uma narrativa coerente:

 

Impressões: Quantas vezes seu anúncio foi visto. Está relacionado ao número de alcance de pessoas que você pode atingir. Uma pessoa pode ser atingida mais de uma vez, ou seja, as impressões normalmente são maiores que o alcance.

 

CPC: Custo por Clique. As campanhas digitais, em geral, são cobradas através de uma medida comum: O custo por clique. Quando você configura uma campanha você informa qual é o valor máximo que está disposto a pagar por uma visita no site. Normalmente você não será cobrado somente pela visualização do seu banner, mas a sua oferta pode impactar o quanto ele é visualizado.

 

CTR: Taxa de Cliques/Impressão. Esse número tende a ser um norte para identificar quão atrativo o seu anúncio (seja de texto ou imagem) é para conseguir o cliente do visitante. É a partir desse índice que você poderá tomar decisões de comunicação, alterando o conteúdo do seu anúncio e realizando testes A/B, ou de performance, alterando o CPC para tentar melhorar o posicionamento e veiculação do seu anúncio.

 

Se habituando a essas três primeiras siglas você já pode começar a entender como funcionam as primeiras plataformas digitais de mídia, como Google Adwords, FacebookAds e LinkedinAds.

 

Mas é justamente aqui que começam a surgir alguns pontos intangíveis, onde muitos se perdem no início: qual é o CPC médio ofertado no meu mercado; o que é uma CTR positiva interessante na plataforma que estou utilizando; como posso melhorar essa CTR?

 

Existem ferramentas que podem te auxiliar a ter uma noção do seu CPC médio, como o Planejador de Palavras-Chave do Google, ou mesmo ferramentas externas, como o semrush.com.

 

No futuro pretendemos desenvolver conteúdos ricos específicos para cada um desses assuntos. Hoje iremos focar na lógica por trás desses processos.

 

Como você pode ver, trabalhar o digital permite ter uma série de números para embasar suas decisões e estratégias. Contudo, nem todos os aspectos são tão claros. Todas as siglas que você viu acima servem para medir uma interação de um usuário. E é esse cara que é a chave de qualquer campanha bem sucedida.

 

 

A vantagem de trabalhar com mídias digitais é que você pode escolher exatamente o público que você deseja impactar, quando, onde e como você quiser. Essa incrível vantagem às vezes não fica claro na hora do desenvolvimento de uma campanha. Segmentar sua comunicação e preparar um discurso coerente, personalizado para cada público, é um dos principais fatores de sucesso que a The Wedge tem observado nos últimos dois anos.

 

Mais do que analisar os números base de performance, é crucial você conseguir ter uma boa noção do que move um usuário a fazer uma busca do Google ou o que ele gosta de ver na sua Timeline. Adequar e ter domínio sobre os meios, fazer testes periodicamente e refutar padrões previamente estabelecidos pode ser o turning point para você de fato entender o que é performance e ter ela a seu favor.

 

São análises como essa e os famosos Testes A/B que permitem você ampliar o sucesso das siglas acima, fazendo com que você passe para uma etapa densa: a de análise de resultados.

 

Conversão: É tudo aquilo que você deseja que alguém faça no seu site ou plataforma digital. Assistiu um vídeo: conversão. Se inscreveu para saber informações por e-mail: conversão. Comprou um artigo no e-commerce: conversão.

 

Taxa de Conversão: Quantas pessoas você precisou levar até seu site até ter uma conversão? Esse número é importante para medir uma série de fatores: qualidade do público impactado por sua mídia, percepção sobre seu produto/serviço, usabilidade da plataforma digital e assim por diante.

 

Custo por Conversão: Você sempre paga o CPC pela visita do seu cliente, após algum tempo você precisará calcular quantas visitas você precisou até ter uma conversão e, por conseguinte, quanto essa conversão custou de fato.

 

ROI: Retorno Sobre Investimento. Se você sabe quanto precisou investir para ter uma conversão, chegará o momento que você precisará entender qual a sua taxa de retorno e lucro sobre o investido. Esse KPI é muito mais útil quando temos uma correlação direta de valores, como em um e-commerce. Contudo, quando falamos de serviço, é necessário ter em mente quanto você está disposto a investir em uma conversão. Quanto você estaria disposto a investir em um download de e-book, por exemplo.

 

Se você chegou até aqui talvez a miscelânea de siglas já tenha te embaralhado um pouco. Fica tranquilo: esse são apenas alguns de uns indicadores-chave para você analisar uma campanha de sucesso. Existem inúmeros pontos de vista e questões que podem ser analisadas, otimizadas para gerar resultado.

 

 

Quando se fala em mídia digital não existe uma fórmula mágica de análise e otimização. Cada caso é um caso. Mesmo quando falamos de clientes dentro do mesmo segmento.

 

O aspecto central de todas essas questões às vezes se perde no meio de tantos números, siglas e indicadores.

 

Lembre-se sempre: o que importa é a necessidade do potencial cliente (que muitas vezes ele nem sabe que existe) e qual a experiência que você entrega para ele.

 

Mais do que ficar em cima das chaves de configuração, você precisa estar atento ao entendimento da dor do seu cliente, em como compor uma estratégia de impacto que seja atraente, desenvolver anúncios que sejam claros e ao mesmo tempo chamem atenção.

 

 

E, por fim, prezar pela experiência do cliente. Quando ele aterrissa no seu site a experiência é agradável? Seu produto tem um valor competitivo no mercado? Se não, você possui vantagens que supram isso? Como funciona a ferramenta do seu site? É fácil o visitante converter no site? Não existem muitas etapas antes dele conseguir fazer isso?

 

Profissionais e apaixonados por mídia precisam, antes de mais nada, serem apaixonados por análise de dados e, mais do que isso, saber ler situações reais desses dados. Em última instância, é necessário um feeling para saber se a comunicação aplicada (e às vezes desenvolvida por um terceiro) entrega a melhor experiência para o usuário e se a plataforma digital está organizada de uma maneira a ser um terreno fértil para os potenciais clientes.

 

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COMENTÁRIO

  • Carolina 24 de agosto de 2017 at 22:21

    Quem gosta de orgânico é a Bela Gil 🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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